Festa da Covid-19: em busca da verdade, morre jovem de 30 anos!

Um jovem norte–americano de 30 anos, morreu vítima de Covid-19 em San Antonio, no estado americano do Texas. O curioso e fatídico da história, é que o homem se contaminou num evento conhecido como “festa da Covid-19”.

Tarde demais, já no hospital, teria confessado aos enfermeiros que acreditava que a pandemia era um boato, ou “hoax”, como é difundido na internet.

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Infelizmente esse tipo de coisa tem se difundido no mundo todo.

Em busca da verdade

É comum encontrar jornais noticiando festas e aglomerações sem nenhuma necessidade, ocorrendo por total irresponsabilidade dos participantes.

Como o jovem norte-americano, muitos acreditam em teorias da conspiração, que o vírus é uma invenção chinesa, que o vírus é mentira, que o vírus não causa tantas mortes e com isso, muitas vezes, pagam com a vida pelo erro ou pior, colocam a vida de outras pessoas em risco.

Segundo relatos, o objetivo da “festa da Covid-19”, é justamente descobrir se o vírus é real, como se as mortes todas e os números mundiais não bastassem para demonstrar a veracidade dos fatos para os negacionistas.

O jornal Estado de Minas, noticiou que estudantes universitários do Alabama, nos Estados Unidos, fizeram uma festa com uma competição que premiava a primeira pessoa infectada pela Covid-19. O “vencedor” receberia um prêmio em dinheiro arrecadado com as entradas do evento.

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A porta-voz do Departamento de Saúde Pública do Alabama, Arrol Sheehan, afirmou à rede ABC News que a lei vigente obriga pessoas infectadas com Covid-19 a permanecerem duas semanas em casa. “Suspeitas de violações da quarentena devem ser relatadas à polícia e ao departamento de saúde local”, recomendou. O valor para quem violar a lei ali é de US$ 500 (R$ 2.672).

Até quando as pessoas vão agir de forma tão perversa, desumana, imoral e coesa? Até quando ou, o que será preciso acontecer para as pessoas realmente se unirem em prol de um bem comum?

Até agora não temos resposta para essa pergunta. Enquanto isso, o vírus da ignorância circula livre, leve e solto.

Fonte: Green Me



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