Falta de Limites ou de Direito à Infância? Criança destrói maquiagem e gera prejuízo de R$ 4 mil!

A curiosidade de uma criança causou um prejuízo de cerca de R$ 4 mil a uma loja de maquiagem da marca Sephora, nos Estados Unidos. Fotos da bancada destruída foram publicadas pela maquiadora Brittney Nelson, em sua página no Facebook.

Na postagem ela pede, inclusive, que as mães não levem seus filhos a lugares como esse. O texto, claro, não agradou.

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Brittney chegou à loja minutos depois do incidente, viu que uma mãe saía apressada levando seu filho pequeno pelas mãos, observou a bancada de sombras, e concluiu o que havia acontecido. “A cena parecia 100x pior na vida real e não trabalho para a Sephora, disse ela em sua publicação. “Mãe e criança estavam indo embora apressadas. As pequenas pegadas coloridas perto da cena tornaram fácil concluir que aquilo foi obra de uma criança”.

Ela ainda lamenta o acontecido, imaginando que a criança possa ter achado que eram tintas de pintura a dedo, e então foi brincar: “Tenho certeza que ela pensou que eram tintas para pintura a dedo e não tinha ideia do que estava aprontando. O resultado foi uma quantidade imensa de produto destruído e uma equipe de funcionários irritada”.

A maquiadora então apresenta uma sugestão que dividiu a opinião de muitas mulheres: “Mães, por favor, façam suas compras de maquiagem sem levar seus pequenos junto”. Para ela, isso não é divertido para as mães, nem para as crianças e muito menos para os responsáveis pelos produtos.

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Algumas mães concordaram com o que ela disse: “Para todos, minimizando isso: não importa se a maquiagem custa 3 ou 2.000 dólares, a criança destruiu a propriedade de outra pessoa. É inaceitável. Esse é o problema com as crianças de hoje em dia. Falta de disciplina ou estrutura”.

Mas, para outras, isso só faz com que as mães sejam cada vez mais excluídas: “Sim, é horrível que essa mãe seja uma idiota que não estava supervisionando a criança. Mas dizer às pessoas que elas não devem comprar maquiagem com os filhos, é absurdo e desrespeitoso. Alguns pais não têm o luxo de ir a lugares sem os filhos”.

Ela conta ainda que quando precisava ir a lojas de maquiagem com sua filha pequena, Allie, costumava colocar uma regra de “mãos no bolso”, para a menina, e uma rígida regra de “10 minutos” para ela comprar o que precisava.

Nossa reflexão

Acreditamos que existem alguns pontos que devem ser levados em consideração quando analisamos a situação em questão:

  • Acidentes acontecem e, mesmo uma mãe zelosa, em um momento de descuido, poderia não ter percebido que a criança brincou com a maquiagem.

  • Precisamos pensar que realmente um shopping, por mais que tenha atividades de lazer, não substitui um espaço adequado para crianças brincarem. Uma criança sem supervisão e orientação adequada não tem como advinhar o valor de um produto.

  • Se não estamos em um ambiente totalmente destinado à crianças, a necessidade da supervisão e responsabilização do adulto é necessária. Ele pode levar a criança onde quiser, mas ele deve responder por seus atos.

  • E mais importante, penso que o mais grave em todo o ocorrido foi que a mãe tenha saído da loja sem se responsabilizar pelo acontecido. Uma vez que ela é responsável pela criança e prejuízos causados por ele deveriam ser assumidos por ela. A postura mais chamativa, talvez, tenha sido a da esquiva e não responsabilização pelo ato quando a mãe pega as mãos da criança e vai embora sem conversar com os responsáveis pela loja. Nesse ato ela ensina, por exemplo, para criança, que devemos fugir das consequências de nossos próprios atos.

E vocês, o que pensam disso?

Fonte: Psicologias do Brasil



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