Criança SEM Cicatriz NÃO precisa refazer Vacina BCG... Só no Brasil a Vacina deixa Marca no Braço. Entenda!

A vacina BCG, ainda é o único método para prevenir o aparecimento dos casos mais graves de tuberculose durante a vida.

A imunização é aplicada ao nascer e com ela surge aquela que para muitos é uma incômoda cicatriz deixada pela vacina no braço. Mas você sabia que é só no Brasil que isso ainda acontece?

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Em outros países a imunização não deixa marcas no braço e isso se deve ao uso de uma microagulha, conhecida como carimbo, que suaviza o efeito na pele. No Brasil, contudo, ela já existe, mas não é regra!

No Brasil, a taxa de uso desse método é de 3,1%, cerca de 3 a cada 100 crianças vacinadas ficam sem a marca. Nos EUA, o número gira em torno de 10%. Já no Japão, o uso da microagulha é obrigatória.

Sobre a marca, ela é uma resposta positiva da reação do corpo à bactéria Mycobacterium bovis, e isso significa que, a imunização foi realizada com sucesso devido a conter na sua substância a forma atenuada da bactéria.

Crianças que não apresentarem cicatriz vacinal após receberem a dose contra a tuberculose - conhecida como BCG - não precisam ser revacinadas. A recomendação foi divulgada pelo Ministério da Saúde e está alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Técnico Assessor de Imunizações.

Por meio de nota, a pasta informou que estudos comprovaram a eficácia da vacina também em crianças que não ficam com cicatriz após a aplicação. A orientação, segundo o governo federal, foi encaminhada aos estados e municípios dia 01/02/2019.

De acordo com o ministério, a principal maneira de prevenir a tuberculose em crianças é por meio da BCG, ofertada gratuitamente no SUS (Sistema Único de Saúde).

A dose deve ser dada ao nascer, nas maternidades, ou na primeira visita da criança ao serviço de saúde, o mais precocemente possível.

A vacina também está disponível na rotina dos serviços para crianças menores de 5 anos e protege contra as formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.

Cobertura

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Dados da pasta mostram que a BCG é uma das doses com maior adesão atualmente no Brasil. Em 2017, a vacina registrou 96,2% de cobertura em todo o país - acima do preconizado pelo ministério, de pelo menos 90%.

Em anos anteriores, a taxa ultrapassou os 100%, sendo 107,94% em 2011; 105,7% em 2012; 107,42% em 2013; 107,28% em 2014; e 105,08% em 2015. "Os gestores têm até o mês de abril para atualizar, no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), a situação vacinal local, mas dados preliminares já indicam uma cobertura, em 2018, de 87,5%."

Fonte: Viva Bem

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