5 Produtos de Bebê que são PROIBIDOS lá fora, mas continuam sendo usados aqui!

Existem alguns produtos de bebê que diversos estudos já comprovaram seus riscos para os pequenos. Justamente por isso, eles foram proibidos em muitos países. Mas, infelizmente, estes produtos não foram proibidos no Brasil e por aqui eles ainda são comprados e usados normalmente. Veja quais são esses produtos e entenda seus riscos para os bebês:

1. Berços com laterais móveis

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Os berços com laterais móveis são muito perigosos para os bebês. Isto porque após certo tempo de uso essas laterais móveis tendem a sofrer um desgaste e podem se soltar, aumentando o risco do bebê cair do berço ou ficar preso nesse espaço que se abriu.

Este tipo de berço é tão perigoso que já teve sua venda proibida nos Estados Unidos, após causar uma série de acidentes graves com os bebês.

No Brasil, o Inmetro reconhece que os berços de laterais móveis são perigosos para o bebê, porém a comercialização deste produto ocorrerá até fevereiro de 2019, ou seja, esses berços ainda são vendidos normalmente nas lojas!!

Caso você já tenha comprado este tipo de berço e não queira ou não possa se desfazer dele, existem algumas soluções para prevenir acidentes. Você pode colocar o lado do berço com a grade móvel encostado contra a parede ou pregar essa grade móvel.

2. Alguns shampoos para bebês

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Muitos shampoos para bebê e outros cosméticos voltados para os pequenos no Brasil ainda possuem em sua composição as substâncias dioxano e formaldeído. O problema é que diversos estudos e órgãos de saúde, inclusive o Instituto Nacional de Câncer, afirmam que estas substâncias podem aumentar o risco de câncer.

O problema é tão sério que em 2016 o formaldeído foi BANIDO nos países membros da União Europeia.

No Brasil, apesar da ANVISA ter imposto algumas regulamentações em relação ao formaldeído, ele ainda pode ser utilizado nos shampoos, por isso, fique atenta e veja na embalagem quais são as substâncias que compõe o shampoo e outros cosméticos do seu bebê.

3. Protetores de berço

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De acordo com a Academia Americana de Pediatria, os protetores de berço favorecem o risco de asfixia e estrangulamento dos bebês. Isto porque o bebê pode se virar durante a noite e ter a respiração bloqueada por esses protetores. Além disso, há o risco dos protetores caírem em cima do bebê, caso não estejam bem presos.

Por fim, estes pediatras afirmam que não há nenhuma evidência de que os protetores de berço evitam lesões.

Diante deste importante alerta, algumas cidades e estados nos Estados Unidos já PROIBIRAM a venda dos protetores de berço. No estado de Maryland e na cidade de Chicago, a venda dos protetores de berço é proibida.

4. Andador

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Tanto a Sociedade Brasileira de Pediatria quanto a Academia Americana de Pediatria afirmam que o andador é um produto muito perigoso para os bebês. Isto porque os andadores aumentam o risco de acidentes com o bebê por permitirem que o pequeno se locomova mais rápido.

Além disso, o andador pode fazer com que o bebê demore mais para começar a andar.

Por tudo isso, desde 2004 os andadores foram BANIDOS no Canadá. No Brasil, infelizmente, eles ainda são comercializados normalmente.

5. Colar de âmbar

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Na verdade, a venda do colar de âmbar é considerada ILEGAL no Brasil, mas mesmo assim este produto ainda é muito comercializado por aqui. “O colar de âmbar não está registrado na Anvisa. Assim sua comercialização é ilegal”, afirmou a assessoria de imprensa da Anvisa em nota enviada a este portal.

Além de nenhum estudo ter comprovado se o colar de âmbar realmente ajuda a aliviar a dor do nascimento dos dentinhos, este produto ainda pode causar uma série de problemas para o bebê.

De acordo com a Academia Americana de Pediatria, o colar de âmbar aumenta o risco do bebê engasgar e sufocar. O risco de se enforcar aumenta porque trata-se de um colar ao redor do pescoço dos pequenos e o uso de qualquer colar no pescoço dos bebês não é orientado. Além disso, esse colar pode se romper e o pequeno pode acabar engolindo uma das contas e engasgando.

Fontes consultadas:

  • Academia Americana de Pediatria
  • Instituto Nacional de Câncer
  • Comissão de Segurança dos Produtos do Governo dos Estados Unidos
  • União Europeia de Especialistas em Medicamentos

Fonte: Bebê & Mamãe



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