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Tudo começou com uma Dor de Cabeça: o AVC

“E tudo começou com uma forte dor de cabeça“… A maioria dos pacientes que vem sobrevivendo a um AVC descreve essa sensação antes dos outros sintomas como uma orquestra em seu último e estrondoso compasso. O acidente vascular cerebral (AVC) já é tido como a segunda maior causa de incapacidade em todo o mundo.

É possível sobreviver a um AVC, entretanto, a qualidade de vida entre esse “antes e depois” nem sempre é a melhor. Ficam sequelas e muitas funções básicas, como a fala e a mobilidade, podem ser reduzidas.

A vida nem sempre é justa e nos traz o que merecemos, mas em nosso desejo de mantê-la e melhorá-la, deveríamos levar em consideração muitos outros fatores que podem nos ajudar a prevenir o AVC. Sim, há uma porcentagem de possibilidade de evitá-lo, e vale a pena tentar.

Essa doença leva, anualmente, a vida de milhares de pessoas. São famílias destruídas, são entes queridos que se vão. É importante saber que esse transtorno brusco de circulação sanguínea no cérebro pode ser evitado.

Podemos lutar contra ele dentro de uma porcentagem aceitável. Contudo, devemos ter claro que não podemos evitar nada 100%, e que existem muitas pessoas jovens que se foram devido ao AVC. Mesmo assim, devemos fazer todo o possível para evitá-lo, e nada melhor do que começarmos pela conscientização, a informação.

O que é um AVC?

Trata-se de um problema súbito na própria circulação sanguínea do cérebro. Pode ocorrer por meio de uma ruptura de um vaso cerebral ou uma baixa no aporte sanguíneo da região. Tudo isso produz algo irreversível: a morte das células cerebrais, devido à falta de aporte de oxigênio e nutrientes.

O AVC pode afetar pessoas jovens, mas é mais comum que se apresente em pessoas com idades mais avançadas. Das pessoas afetadas, o índice de mortalidade está em uns 30%, e nos últimos anos esse problema tem ocorrido mais nas mulheres.

Existem 2 tipos de AVC, o isquêmico e o hemorrágico, sendo mais comum o primeiro e o segundo o mais perigoso, e suas consequências maiores são a morte. Estamos seguros também de que provavelmente você conhece alguém que já sofreu com esse problema, ou que perdeu a vida.

São vazios dolorosos, e em caso de sobrevivência, supõe-se ter que “reajustar” a vida tanto da família como do próprio paciente que conseguiu sobreviver a essa falha, esse pequeno intervalo de tempo em que seu cérebro simplesmente se alterou. Como uma súbita sobrecarga, com um disparo de consequências trágicas.

Fatores de risco que devemos levar em consideração para a prevenção de um AVC

Sabemos que hoje em dia vivemos uma “saturação” quanto a informações recebidas. Cada dia chegam a nossas redes sociais, revistas e programas de televisão diversos estudos, dados com recomendações e conselhos sobre a nossa saúde.

É preciso começarmos a priorizar mais nossos dias que vão passando. Não importa o quão rápido o mundo gire, nossas obrigações, as pressas, as preocupações… Devemos parar uns segundos e escutar nosso corpo, nossa mente, nosso cérebro. É preciso cuidar de nós mesmos.

Na verdade não custa nada. Só um pouco de tempo. Precisamos simplesmente respirar e tomar consciência de nós mesmos, já seria um grande passo. Somos importantes para nós mesmos e para os outros, e tudo isso tem um preço: nos atentar a nossa saúde.

Podemos lutar contra esse destino, ao menos podemos ter algumas possibilidades altas de lutar, só depende de nós mesmos.

  • Você fuma? Saiba que existe uma possibilidade muito elevada de que possa sofrer um AVC em algum momento da vida. Planeje deixar esse hábito hoje mesmo.
  • Nos últimos anos a incidência, no que diz respeito ao gênero, vem mudando. Em alguns países, por exemplo, os AVCs estão afetando mais as mulheres, em especial se são fumantes, sofrem de hipertensão e se tomam anticoncepcionais.
  • Se você tem antecedentes familiares de AVC, deveria submeter-se a revisões periódicas com seu médico.
  • Cuidado com a hipertensão, o colesterol e a diabetes. São fatores de risco.
  • Uma vida sedentária, assim como a obesidade são dois dos reais perigos que devem ser controlados de cara, além de outros tipos de doenças.

Como saber se estou sofrendo um AVC?

No começo falamos dessa “forte dor de cabeça”. É comum que os pacientes que sofrem um AVC tenham um histórico médico onde sempre apareçam enxaquecas. Entretanto, essas pessoas geralmente descrevem essa dor prévia ao acidente vascular cerebral como uma dor diferente, mais intensa e profunda.

É importante levarmos em consideração estes sinais de alarme:

  • Paralisia de uma parte do corpo: braço e perna de um mesmo lado.
  • Problemas para articular palavras e, inclusive, de compreendê-las.
  • Enjoos, desequilíbrios e falta de coordenação.
  • E dor de cabeça, a pior de sua vida…

Tome nota dessas simples indicações e lembre-se de se valorizar mais, para o seu bem, pensando nas pessoas que gostam de você.

Cuide-se, você é a pessoa mais importante para si mesmo, e precisa cuidar de sua saúde!

Fonte: A Mente é Maravilhosa



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