Tatuagem antiga foi culpada por possível "Câncer" em mulher australiana!

O caso ocorrido recentemente com uma mulher na Austrália, descrito em um relatório do jornal científico Annals of Internal Medicine, chamou a atenção da comunidade médica internacional. Médicos suspeitavam que a australiana de 30 anos, que não teve seu nome revelado, estava com um tipo de câncer chamado linfoma. Contudo, a equipe foi surpreendida ao descobrir que os nódulos tinham sido causados por uma tatuagem que ela havia feito há 15 anos.

A mulher notou pequenas protuberâncias durante o autoexame na região dos seios e das axilas. Os médicos que atenderam a australiana disseram que nunca se deparam com um caso similar.

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“Em 99% dos casos, isso seria um linfoma”, explicou para a CNN o Dr. Christian Bryant, hematologista do Royal Prince Alfred Hospital, de Sydney, que tratou a paciente.

Segundo o relatório divulgado, a inflamação dos nódulos linfáticos não foi causada por células cancerígenas, mas sim por uma reação do seu corpo à tinta da tatuagem. Ao removerem os nódulos, o médicos encontraram um conjunto de células imunes que estavam cheias de pigmento preto.

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Linfonodo retirado da paciente

Ainda não é possível saber quão comum essa reação pode ser, pois a maioria das pessoas que possuem tatuagens não apresentam nenhum problema. Outros relatórios já descreveram gânglios linfáticos pigmentados e inchados que foram confundidos com melanoma.

Há poucas semanas, cientistas da Alemanha e da Fonte Europeia de Radiação Síncrotron, obtiveram pela primeira vez evidências que os elementos que compõem as tintas usadas nas tatuagens viajam pelo corpo na forma de micro e nanopartículas, chegando aos nódulos linfáticos.

Fonte: Remova




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