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Seu Sal Marinho Tem Plástico, Sabia?

Já se sabia que nossos oceanos estão saturados de partículas plásticas. Também já se sabia que o plâncton, alimento fundamental para espécies marinhas, está disputando espaço com partículas de plástico que flutuam pelas águas. Agora se sabe, comprovadamente, que o sal de cozinha que usamos diariamente na nossa alimentação também está contaminado, e em uma proporção significativa.

Ou seja, em vez de temperarmos a comida com o velho e saudável sal marinho, com seus componentes minerais que tanto bem fazem aos organismos vivos, estamos temperando com microplástico.

Microplástico, ou pellets, são minúsculos pedaços de plástico com menos de 5 mm, oriundos de uma enorme variedade de fontes como resíduos industriais, roupas, produtos cosméticos e outros produtos que os usam em sua composição como também, resultam da degradação do lixo plástico no meio ambiente. Aquela sacola plástica, ou a garrafa, ou o brinquedo, que você deixou na praia, nem ligou, um dia vai começar a se degradar e suas partículas primárias, pellets, se soltarão do todo e se integrarão no meio ambiente.

Isso não ocorre somente no mar, claro. Nas águas continentais essa poluição plástica também já é bastante significativa.

Mas, isso significa, para além das tartarugas, baleias, golfinhos e aves marinhas que morrem por ingerirem plástico, significa que nós também o estamos ingerindo e cada vez mais.

O microplástico, na natureza, é um potencial de problemas para os organismos vivos pois sua ingestão pode gerar desde bloqueio intestinal (por isso as mortes de aves e animais marinhos, que os confundem com alimentos), úlceras no estômago, a redução da absorção dos nutrientes e, provocar uma falsa sensação de saciedade, pelo volume deste no trato digestivo. Os animais morrem com fome, desnutridos porém, saciados.

Por outro lado, o microplástico na cadeia alimentar dos seres vivos provoca alterações hormonais prejudiciais à reprodução, pela liberação de hormônios femininos. Nós e os outros seres vivos que os ingerimos ficaremos, cada vez mais, estéreis. Belo futuro!

Fonte: Green Me



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