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Será que o Mel é Bom ou Ruim?

O mel é uma substância fantástica, requerendo um processo de fabricação sofisticado que passa desapercebido.

É necessário cerca de 60 mil abelhas viajando coletivamente, visitando cerca de 2 milhões de flores, para produzir o néctar contido em 2 kg de mel.

Há uma grande variedade de mel, cada um com cor e sabor único que depende da fonte geradora do néctar. É um adoçante saudável?

Tem sido usado como adoçante natural desde o século 16, na Grécia antiga. O mel deve ser consumido com muita moderação, pois é rico em frutose, sendo que cada colher de chá de mel tem em média 4 gramas de frutose.

Vale lembrar que a quantidade máxima de frutose que se deve consumir por dia é cerca de 25 gramas, e nos indivíduos acima do peso, diabéticos, hipertensos ou com o colesterol elevado, deve se evitar o mel pela alta concentração de frutose, pois ele pode causar ou estimular a resistência a insulina, caso consumido em excesso. O ideal é não consumir mais que 1 colher de chá por dia!

Porém tenha em mente que nem todo mel é criado igual, havendo muito mel disponível que é altamente processado (cerca de 75% que está no mercado), o que destrói suas propriedades anti-bacterianas e terapêuticas.

Propriedades terapêuticas do mel

Contra a tosse: Como o mel é demulcente, ele funciona como uma substância que alivia a irritação na boca e garganta, formando uma película protetora. Ele atua perfeitamente no alívio da tosse e da dificuldade respiratória, especialmente em crianças com infecções do trato respiratório superior.

Herpes: Pode ser usado localmente na lesão, pois age drenando o liquido da ferida e suprime o crescimento de microrganismos, pois quando em contato com a lesão, o mel libera peróxido de hidrogênio. Segundo estudo comparativo com a pomada de Aciclovir, o mel apresenta melhores resultados, principalmente no tempo de recuperação. Nos casos de herpes labial, o mel age com 43% mais eficiência, e 59% melhor no herpes genital. Porém, lembre-se que nem o mel nem o Aciclovir curam herpes, ele só tratam os sintomas.

Alergias da estação: O mel só tem eficiência nas alergias se for usado na região onde é produzido, pois os esporos de pólen contidos no mel liberam um estímulo imunológico natural causando uma resposta de defesa para alergias de plantas locais. O mel de outros lugares não funciona. Mas outro estudo mostra um resultado conflitante. Ele promove uma redução de mais de 50% de sintomas alérgicos, e, portanto, de 50% menos uso de anti-histamínico em comparação com o grupo de controle.

Cicatrização de feridas: Por ter propriedades antibacterianas, antifúngica e antioxidante, o mel atua também no tratamento de feridas, sendo atualmente muito conhecido por essa ação.

Energético: É um energético de ação rápida, podendo ser usado antes ou após o treino de longa duração.

Dermatite seborréica: O uso do mel com um pouco de água morna aplicada no couro cabeludo, age melhorando esse problema, porém é necessário a aplicação em dias alternados e pode levar até 30 dias para a reparação do problema. Além disso, por ser humectante, ele pode ser usado em produtos de higiene pessoal como cremes, shampoos e condicionadores.

Ação prebiótica: O mel é um estimulante do crescimento de boas bactérias no trato digestivo, melhorando a ecologia intestinal.

Ação antioxidante: O mel contém nutrientes que agem na atividade metabólica neutralizando a geração de radicais livres.

Referências Bibliográficas:
Tropical Doctor, October 2000;30:249-250 Med Sci Monit, 2004;10(8):MT94-MT98 Nutrition, 1999;15(7/8):591-592 Journal of Allergy and Clinical Immunology, 1996;97(1):65-73.
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Pharmazie, 2001;56(8):643-647
American Journal of Dentistry, December, 1996;9(6):236-239

Fonte: Dr. Rondó



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