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Novo Teste para Detecção de Câncer de Pâncreas foi Desenvolvido por Jovem de 15 anos

A grande maioria dos casos de câncer são detectados quando já estão em um estado tardio, onde os pacientes não têm muitas chances de sobreviver. Portanto, a detecção precoce da doença aumentaria muito as chances de cura. Depois de perder um amigo de sua família, o jovem Jack Andraka, com 13 anos na época, resolveu entender o que causou a morte desta pessoa tão próxima. Descobrir que ela morreu por um câncer no pâncreas não foi suficiente para Jack, que iniciou uma busca pela internet para encontrar mais respostas.

Em sua procura, ele descobriu como é difícil a detecção de um câncer como aquele. A técnica utilizada tem mais de 60 anos e não é muito precisa.

Isto deu a Jack um propósito: descobrir um método de detectar o câncer de pâncreas de forma barata, rápida, simples, sensível, específica e pouco invasiva.

Através de muita pesquisa, ele chegou a 3 ingredientes que poderiam ser o segredo para detectar o câncer: anticorpos, nanotubos de carbono e, acreditem, papel.

Os anticorpos – proteínas do sistema imunológico que detectam elementos específicos, como proteínas de bactérias – deveriam ser específicos para a proteína mesotelina, encontrada em altas concentrações na corrente sanguínea de pacientes com câncer de pâncreas, pulmão e ovário, de acordo com um artigo científico encontrado por esse jovem pesquisador.

Os nanotubos de carbono são estruturas microscópicas, muito resistentes, porém delicadas, que poderiam ser utilizadas como redes, prendendo os anticorpos e mantendo-os bem próximos.

Como os nanotubos são delicados, o papel serviria como suporte para o emaranhado formado.

Com esta ideia em mente, Jack conseguiu o apoio de um professor universitário, que cedeu seu tempo e seu laboratório a ele.

Em sete meses, este jovem inventor, de 15 anos de idade, conseguiu desenvolver uma técnica que custa 3 centavos e leva 5 minutos para ser realizada, além de ser até 400 vezes mais sensível do que os testes padrões para a detecção de câncer!

Com quase 100% de precisão, a técnica de Jack detecta o câncer nos estágios iniciais, aonde as chances do paciente sobreviver são de quase 100%.

Jack ainda diz que, em teoria, se você quiser detectar alguma outra doença, basta trocar os anticorpos utilizados e voilà, você pode detectar a doença que deseja.

Veja abaixo a apresentação de Jack Andraka no TED, aonde foi aplaudido de pé por toda a platéia:

"Então, se alguém com 15 anos de idade, que nem sabia o que era um pâncreas, conseguiu encontrar uma nova forma de detectar o câncer de pâncreas, imaginem só o que vocês poderiam fazer.” (Jack Andraka)

Fonte: A Geração Ciência



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