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Microcefalia: O Governo Assumiu que a Causa é o Vírus. Mas Será Mesmo?

Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde anunciou a introdução da vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche para todas as mulheres grávidas do país como parte de seu calendário de vacinação. Essa atitude foi uma maneira de tentar conter o ressurgimento da coqueluche no Brasil.

Em dezembro de 2015, o governo brasileiro declarou estado de emergência depois que descobriram que 2400 bebês nasceram com microcefalia e cérebros danificados desde o mês de outubro.

O Ministério da Saúde do Brasil não sabe o que está causando o aumento dos casos de microcefalia no país, mas eles estão teorizando que isso pode ser causado por um vírus conhecido como "Zika", que é propagado pelos mosquitos "Aedes aegypti".

A teoria é em grande parte baseada no fato de terem descoberto o Zika vírus durante uma autopsia realizada em um bebê que nasceu com microcefalia e não sobreviveu. O vírus também foi descoberto no líquido aminiótico de duas mães que tiveram bebês com as mesmas condições.

Observe que o Zika não é um vírus novo; ele existe há décadas. Nenhuma explicação tem sido dada para esclarecer porque repentinamente ele poderia estar causando todos esses casos de microcefalia. Ninguém está questionando seriamente isso, "O que mudou?".

Não há nenhuma teoria sobre a possibilidade desses casos de microcefalia poderem estar relacionados com a obrigatoriedade da vacina DTP (tríplice) para todas as mulheres grávidas do Brasil, 10 meses antes. O governo assumiu que a causa é o vírus.

FATO - As indústrias farmacêuticas não testaram a segurança e a efetividade da vacina DTP em mulheres grávidas antes das vacinas serem licenciadas nos Estados Unidos, e quase não há dados sobre as respostas biológicas e inflamatórias desta vacina que poderiam afetar a gravidez e os bebês.

FATO - De acordo com a U.S. Food and Drug Administration (FDA) não foram feitos testes adequados em humanos para demonstrar a segurança dessa vacina nas mulheres grávidas e não se sabia se a vacina poderia causar algum dano ao feto ou afetar a capacidade reprodutiva. Os fabricantes da vacina DTP dizem que o estudo sobre a toxicidade e fertilidade humana são inadequados e adverte que a vacina DTP "deveria ser administrada em mulheres grávidas somente em casos de extrema necessidade".

FATO - Há ingredientes na vacina DTP que não foram totalmente avaliados para o potencial genotóxico ou outros efeitos adversos nos fetos humanos em desenvolvimento no útero que possam afetar negativamente a saúde após o nascimento, incluindo o adjuvante alumínio, o mercúrio contendo o conservante Thimerosal e muitos outros ingredientes potencialmente tóxicos.

FATO - Há sérios problemas com procedimentos de testes desatualizados para determinar a potência e a toxicidade da vacina da coqueluche, e alguns cientistas estão pedindo limites a serem estabelecidos para o teor de toxina específica dessas vacinas.

FATO - Não há nenhum estudo publicado do mecanismo biológico para avaliar o estado de saúde pré-vacinação e medir as mudanças no cérebro e as funções imunes e integridade cromossômica depois da vacinação de mulheres grávidas ou o desenvolvimento de seus bebês no útero.

FATO - Desde o licenciamento da vacina DTP nos Estados Unidos, não houve nenhum estudo bem concebido de caso prospectivo controlado comparando resultados de saúde de grandes grupos de mulheres que tenham recebido a vacina DTP durante a gravidez, quer separadamente ou simultâneamente, em comparação com aquelas que não receberam a vacina, e nenhum estudo comparando seus bebês recém-nascidos ou nos seus primeiros anos de vida foram realizados. Avaliações de segurança e efetividade que foram realizadas ou são pequenas, retroativas, comparam mulheres vacinadas com mulheres vacinadas, ou foram realizadas por indústrias farmacêuticas ou órgãos de saúde do governo usando dados não publicados.

FATO - A FDA licenciou a vacina DTP para ser administrada em uma única dose de reforço para pessoas acima de 10 anos de idade. A recomendação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de que os médicos administrassem uma dose a cada gestação da mulher - independentemente do fato da mulher já ter recebido uma dose da vacina DTP - é um uso fora das normas dessa vacina.

FATO - Danos e mortes decorrentes da vacina DTP são as causas mais reivindicadas no órgão federal Vaccine Injury Compensation Program (VICP), seguida pelos danos e mortes causados pela vacina da gripe.

FATO - Um estudo publicado em 2013 avaliando os relatórios da disseminação da encefalomielite aguda seguida da vacinação do U.S. Vaccine Adverse Events Reporting System (VAERS) e da Europa descobriu que a vacina da coqueluche contida na DTP estava entre as vacinas mais frequentemente associadas com inflamações no cérebro de crianças, do nascimento até os 5 anos de idade.

A vacina tríplice (DTP) é produzida por duas companhias farmacêuticas: Sanofi Pasteur da França e GlaxoSmithKline (GSK) do Reino Unido.

O produto da Sanofi Pasteur contêm fosfato de alumínio, formaldeído residual, glutaraldeído residual e 2-phenoxyethanola, junto com os seguintes ingredientes: tainer-Scholte medium, ácido casamino , dimethyl-beta-cyclodextrin, glutaraldehyde, formaldehyde, aluminum phosphate, modified Mueller-Miller casamino acid medium without beef heart infusion, ammonium sulfate, 2-phenoxyethanol, água para injeção.

O produto da GlaxoSmithKline contêm hidróxido de alumínio, cloreto de sódio, formaldeído residual, polysorbate 80 (Tween 80), junto com os seguintes ingredientes: modified Latham medium derived from bovine casein, Fenton medium containing bovine extract, formaldehyde, Stainer-Scholte liquid medium, glutaraldehyde, aluminum hydroxide.

Sem surpresa, o governo do Brasil anunciou no dia 15 de janeiro de 2016 que irá destinar fundos para um centro de pesquisas biomédicas em São Paulo, o Instituto Butantã, para ajudar no desenvolvimento de uma vacina contra o Zika vírus. Estima-se que essa vacina só estará pronta dentro de 3 a 5 anos.

Novamente nenhuma consideração para a ironia de que você pode estar desenvolvendo uma vacina para "curar" um problema que pode estar sendo causado por uma vacina, e que a nova vacina pode AGRAVAR o problema.

Nenhuma consideração para a possibilidade de que a resposta para o problema pode não ser fazer MAIS, mas ao invés disso, fazer MENOS (simplesmente parar de administrar a vacina DTP em mulheres grávidas).

O número de casos de microcefalia no Brasil tem crescido, 3174 em janeiro deste ano. Menos de 150 casos foram diagnosticados em todo o ano de 2014.

A maioria dos casos de microcefalia estão concentrados numa região mais pobre no nordeste do Brasil, embora os casos na cidade do Rio de Janeiro e em outras cidades grandes estejam também crescendo, levando as pessoas a estocar repelentes de mosquitos. Os órgãos oficiais de saúde estão advertindo os brasileiros, principalmente as mulheres grávidas, para ficarem em ambientes fechados quando possível e se "encherem" de repelente se tiverem que sair.

Vamos dar uma olhada nos ingredientes desses repelentes de mosquito? Oh, e que inseticida mortal vocês acham que eles irão juntar para agir contra os mosquitos? Talvez DDT? (diclorodifeniltricloroetano = inseticida barato e altamente eficiente a curto prazo, mas a longo prazo tem efeitos prejudiciais à saúde humana)

As informações aqui contidas foram retiradas de artigos de jornais e informações do National Vaccine Information Center.

Fonte: Sydney Ayurveda Centre



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