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Menina de 5 anos com Doença Terminal escolhe “Ir para o Céu em vez de Voltar para o Hospital”

Julianna Snow tem 5 anos, não consegue andar, mal pode segurar um brinquedo, precisa da ajuda de uma máquina para respirar e de um tubo para se alimentar. Toda vez que passa mal, ela precisa ir ao hospital, onde é submetida a uma série de procedimentos dolorosos e complicados.

Mas da próxima vez que isso acontecer, segundo os médicos, é muito provável que ela não aguente e morra em uma cama de hospital. Mas para ela, essa não é uma opção. Deliberadamente, a menina prefere ir para o céu a voltar ao hospital.

Se a vida e, principalmente, a morte são assuntos delicados e polêmicos envolvendo adultos, o que dizer dessa situação, envolvendo uma criança pequena?

A menina sofre de uma doença neurodegenerativa chamada Charcot-Marie-Tooth (CMT), que torna lento o envio de impulsos nervosos até os músculos. A condição, hereditária, veio do pai, que apresenta sintomas tão reduzidos que não o impediram de trabalhar como piloto de caça. Mas para Julianna, a CMT apresentou consequências graves e, agora, pode ser fatal.

Assim que os médicos se deram conta do estado terminal da menina, conversaram com os pais e deram a eles duas opções em caso de nova infecção: ela poderia ser submetida, no hospital, a tratamentos dolorosos que a garantiriam um pouco mais de tempo de vida ou poderia ficar em casa e esquecer o tratamento, algo que provavelmente a levaria à morte, mas sem todas as intervenções médicas e o nada aconchegante ambiente hospitalar.

Julianna escolheu a segunda opção, mas não é só a ela que cabe essa decisão. Por enquanto ela passa bem e está em casa, mas os pais sabem que é questão de tempo. O que você faria no lugar deles?

Fonte: Hypeness



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