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Inutilidade e Malefícios da Mamografia: a Mentira que Mata!

O ano de 2014 começou com duas revelações importantes para o mundo da medicina, que colocaram em xeque a utilidade da Mamografia.

A prestigiada revista British Medical Journal, na edição de fevereiro, publicou pesquisa que não constatou a redução na mortalidade por câncer de mama com exames de Mamografia.

Este estudo, feito nos últimos 25 anos, com 89.935 mulheres no Canadá entre 40 e 59 anos, não foi o único que tratou do tema recentemente. O jornal NY Times, na edição de 31 de Janeiro, trazia um artigo onde duas médicas experts em radiação, Rita F. Redberg e Rebecca Smith-Bindmanjan, assinaram um artigo em que alertavam: “Estamos provocando câncer em nós mesmos”.

Estas duas matérias incentivaram a Dra. Lucy Kerr, médica brasileira formada pela USP, especialista em Ultrassonografia por duas entidades internacionais e quatro nacionais, a continuar esclarecendo sobre este tema polêmico, agora através de vídeos elucidativos. Ela lançou um projeto piloto no endereço http://www.portallucykerr.com/ onde explica para leigos o que deve ou não ser utilizado para prevenção, controle e cura de diferentes doenças. Explica ainda a eficácia e ineficácia de determinados procedimentos médicos.

O assunto que mais teve visitas foi o que tratava da “Inutilidade e Malefícios da Mamografia”, que recebeu mais de 55 mil visitas e despertou o interesse de várias mulheres Brasil afora. Com cerca de 14 minutos, o vídeo mostra o conhecimento que a médica detêm sobre o tema. Ela usa como base de dados as recentes pesquisas publicadas sobre o tema. “A missão de todo o médico é preservar a vida. Quando faço um exame em algum paciente é minha obrigação não expô-lo a riscos. E, no caso da Mamografia, já sabemos que o risco é comprovado e o benefício inexistente”, afirma Lucy Kerr.

A médica conta que a descoberta confirma a pesquisa de um outro estudo de 2012 publicada no New England Journal of Medicine, que concluiu que “as mamografias estão oferecendo, no máximo, somente um pequeno efeito na taxa de mortalidade por câncer de mama”.

Ela afirma também que há apenas 3 armas diagnósticas para o câncer de mama que não tem radiação: a Ultrassonografia de alta resolução (associada ao estudo Doppler e a elastrografia seguindo protocolo do Instituto Nacional de Saúde dos EUA); a Ressonância Magnética, mas que tem o inconveniente de ser bem tóxico por usar o contraste, e em especial quando a função renal é insuficiente; o Exame Físico, de toque (realizado pelo médico).

“Não sou favorável ao autoexame, pois as mulheres não são treinadas adequadamente para detectarem algo perigoso nas mamas. Além disso, podem ficar estressadas por assumirem a responsabilidade do seu próprio diagnóstico”, diz Kerr.

Estudiosa há anos sobre os efeitos da Radiação sobre humanos, incluindo a radiação médica, a Dra. Lucy Kerr conclui que é necessário rever a prática nacional de rastreamento do Câncer de Mama.

“Antigamente se dizia que o risco (da radiação) era menor que o benefício da Mamografia (reduzir a mortalidade pelo câncer de mama). Porém, estes estudos comprovam que só nos restou o malefício. Somos, portanto, irradiados inutilmente, aumentando nossas chances de ter câncer radiogênico, pois o que precisaria ser a vantagem da Mamografia provou-se ser ineficaz.

A situação fica ainda pior com uma mama densa ou com prótese pois exige cargas ainda maiores de radiação para alcance de visibilidade. Mais risco para as mulheres nestas condições”.

Assista o vídeo abaixo para maiores esclarecimentos

Fonte: Revista Hospital Brasil



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