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Heroína Digital? Como os Tablets transformam as Crianças em Viciados Psicóticos

Smartphones e tablets se tornaram – literalmente – a bola da vez e, hoje, já é uma realidade para as crianças, como as telas invadiram suas vidas e como elas desempenham o papel de verdadeiras drogas digitais, causando sintomas de dependência e abstinência. É assustador!

Os pais que mais entendem de tecnologia são, também, os mais cautelosos

Há um motivo pelo qual os pais que sabem um pouco mais de tecnologia que a média são, também, os mais cautelosos. Os executivos e engenheiros de TI do Vale do Silício matriculam seus filhos em escolas que não utilizam tecnologia e que usam a metodologia Waldorf.

Sergey Brin e Larry Page, os fundadores do Google, o criador da Amazon8, *Jeff Bezos e o fundador do Wikipedia, Jimmy Wales, frequentaram escolas Montessorianas.

Muitos pais compreendem, intuitivamente, que as telas brilhantes estão exercendo um efeito negativo em seus filhos.

Presenciam ataques de birra agressivos quando os equipamentos são tirados e a falta de concentração quando as crianças não estão sendo perpetuamente hiperestimuladas.

Pior ainda, quando testemunham uma criança feliz e saudável se tornar apática, entediada, desinteressada e “desplugada” da vida.

É bem pior do que se pensa

Hoje já se sabe que iPads, smartphones e Xboxes são consideradas drogas digitais. Uma pesquisa recente de imagens do cérebro apontou que eles afetam o córtex cerebral frontal – que controla as funções executivas, incluindo o controle dos impulsos –, do mesmo modo que a cocaína age.

A tecnologia é tão hiperestimulante que é capaz de aumentar os níveis de dopamina – o neurotransmissor do bem-estar mais envolvido na dinâmica do vício – tanto quanto o sexo.

Esse efeito viciante é o motivo pelo qual o Dr. Peter Whybrow, diretor de neurociência da UCLA, se refere às telas como “cocaína eletrônica”, e os pesquisadores chineses as chamam de “heroína digital”.

Na verdade, o Dr. Andrew Doan, chefe do departamento de pesquisa do vício do Pentágono e da marinha americana – que vem desenvolvendo uma pesquisa sobre o vício em jogos -, chama o vídeo game e as tecnologias de tela de “Pharmakeia Digital” (*palavra grega que significa droga).

Cérebros de viciados em drogas

É isso mesmo! O cérebro do seu filho viciado em Minecraft é igual ao cérebro de um viciado em drogas.

Não é de se espantar que seja tão difícil de tirar a tela da vida de seus filhos e ver nossos pequenos agitados quando seu tempo online é interrompido.

Centenas de estudos na área mostram que as telas contribuem para o aumento da depressão, ansiedade e agressão. Elas podem até levar a características psicóticas, como a perda da realidade.

O Dr. Nicholas Kardaras conta que em seu estudo com mais de mil adolescentes nos últimos 15 anos, percebeu que a velha máxima “prevenção é a melhor cura” é verdadeira quando se trata do vício em tecnologia.

Uma vez que uma criança entra em um estado profundo de dependência, o tratamento pode ser bastante difícil.

As estatísticas do problema

De acordo com a Declaração de Política da Academia Americana de Pediatria, os números são impressionantes:

  • Crianças de 8 a 10 anos ficam 8 horas por dia em um meio digital, enquanto que adolescentes ficam 11 horas em frente a uma tela.
  • Uma a cada três crianças usam tablets ou smartphones antes mesmo de começarem a falar.
  • 18% dos usuários de internet em idade universitária nos Estados Unidos são viciados em tecnologia.

Como manter as crianças longe do vício?

Não é uma tarefa fácil. Mas, de acordo com o Dr. Nicholas, não é impossível. Em primeiro lugar, o segredo é prevenir que seu filho de 4, 5 ou 8 anos fique viciado nas telas.

Isso significa Lego em vez de Minecraft. Livros em vez de iPads. Natureza e esportes em vez de TV.

Se for necessário, exija que a escola não dê um tablet ao seu filho até que eles tenham, pelo menos, 10 anos de idade.

Fale honestamente com seu filho sobre o motivo de você limitar o acesso dele à tela. Faça refeições com seus filhos sem que haja quaisquer dispositivos eletrônicos à mesa.

E dê o exemplo: nada de ficar grudado na tela do seu iPad!

Os psicólogos de desenvolvimento entendem que o desenvolvimento saudável das crianças envolve interação social, imaginação criativa estimuladas por brincadeiras, e o engajamento com o mundo real. Pensem bem! Isso é muito sério!

O segredo é prevenir!

Fonte: New York Post



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