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Cuidado com "Estatinas": Centenas de Estudos Provam os Perigos do seu Uso

Se você tem níveis elevados de colesterol, você deve fazer uso de estatina? Esse é o mantra promovido pela medicina convencional. De fato, as estatinas tem se tornado a classe mais rentável de medicamentos vendidos pela grande indústria farmacêutica. Inúmeros pacientes relatam que seus médicos alegam que se não tomarem estatina, eles estarão se colocando em risco de ataque cardíaco. No entanto, não é isso que a pesquisa encontrou.

O médico Dr. David Brownstein informa:

“Você sabia que:

  1. Não há nenhuma indicação para tomar uma estatina, se você não teve um evento cardíaco.

  2. Se você for homem e teve um evento cardíaco, o melhor que as estatinas pode prometer é uma redução aproximada de apenas 1 à 5% na prevenção de ataques cardíacos não-fatais.

  3. As estatinas nunca foi provada para prolongar a vida

  4. Nas mulheres não há estudos sólidos que demonstram que a estatina é benéfica para qualquer finalidade.”

The Cochrane Collaboration, um grupo independente que não está associado à Grande Indústria Farmacêutica, declarou que: as estatinas não tem um benefício a saúde comprovada em populações de prevenção primária, quando usado nessas circunstâncias não representam uma boa solução nos recursos escassos de saúde” – Therapeutics Letter 77/ March-April 2010.

Um recente estudo descobriu que níveiselevados de colesterol e níveis de LDL em indivíduos com mais de 50 anos foi associado com redução de mortalidade por todas as causas. Comparando dois grupos, um com colesterol abaixo de 190 mg/dl, com idade de 60-70 anos, e outro com colesterol a partir de 190 à 230 mg/dl, este último com nível maior de colesterol apresentou uma redução de 32% na taxa de mortalidade.

Aqueles com um nível de colesterol a partir de 230 à 308 mg/dL teve uma taxa de mortalidade REDUZIDA em 33%. Para indivíduos do sexo masculino com colesterol acima de 308 mg/dL, houve um INSIGNIFICANTE aumento de 2% (dois por cento) de risco de mortalidade por qualquer causa.

As mulheres se saíram melhor. Vejamos os resultados: Em comparação com aquelas com colesterol inferior a 190 mg/dL, as mulheres com colesterol de 190 à 308 mg/DL tiveram uma redução de 41 à 43% em todas as causas de mortalidade. Da mesma forma que os homens, os níveis de colesterol acima de 308 mg/dL teve um aumento insignificante de 2% em todas as causas de mortalidade (Scandinavian J. of Primary Health Care. 2013;31:172-80).

O médico norte americano Dr. David Brownstein, comentando esse estudo diz:

“Gente, estudo não é nada novo. Baixos níveis de colesterol estão associados com um risco maior de câncer, distúrbios neurológicos e distúrbios musculares. Há muitos estudos que mostram aumento da longevidade em idosos (acima de 59 anos) em quem tem níveis elevados de colesterol. Tenha em mente que o colesterol é necessário para todas as células do corpo a funcionar de forma otimizada. Eu disse em meu livro “Drugs that Don’t Work and Natural Therapies That Do”: você não pode bloquear uma enzima crucial e esperar um bom resultado em longo prazo”. Estatinas bloqueiam a enzima crucial para o corpo HMG-CoA redutase. O resultado deste bloqueio é desastroso, a conseqüência química é a redução do colesterol associado com distúrbios dos sistemas neurológicos e musculares. Marque minhas palavras: o uso generalizado de estatinas será visto como um grande erro na medicina.“

Um artigo publicado no American Journal of Cardiovascular Drugs cita cerca de 900 estudos sobre os efeitos adversos dos inibidores da HMG-CoA redutase, também chamados de estatinas.

Problemas musculares são os mais conhecidos em efeitos secundários de estatina, mas problemas cognitivos e dor ou dormência nas extremidades também são amplamente divulgados.

O uso prolongado de estatinas pode incidir, dentre outras complicações, em disfunção hepática, disfunção pancreática, aumento no risco de câncer, perda cognitiva, anemia, acidose, surpressão do sistema imunológico, doença na tireóide.

O uso de medicamentos à base de ESTATINA causa, ainda, um esgotamento celular grave, com redução em 40% da produção da Coenzima Q10, substancia essencial para função saudável das mitocôndrias, responsáveis pela produção de 95% da energia celular. Logo, essa drástica redução de coenzima Q10 é porta de entrada para uma variedade de doenças.

Com menos força para o organismo funcionar, as células acabam morrendo e não conseguem se reproduzir em quantidade suficiente para repor as irmãs mortas. O resultado é um corpo cansado e envelhecido.

Quando suas mitocôndrias funcionam bem, coisas boas acontecem. Seu corpo trabalha como deve trabalhar, o coração bate, os neurônios disparam, os músculos se contraem, os olhos enxergam e o fígado, os rins, o pâncreas, e outros órgãos funcionam como devem.

O problema, no entanto, é o fato de que, muitas vezes, as estatinas não tem quaisquer efeitos secundários IMEDIATOS, e eles são muito eficazes em reduzir os níveis de colesterol em 50 pontos ou mais que isso. Sobre a redução do colesterol, dizem os estudos que:

  • As pessoas idosas com colesterol baixo morreram duas vezes mais freqüentemente de um ataque cardíaco do que as pessoas idosas com um colesterol elevado. (Journal of the American Medical Association 272, 1335-1340, 1990)

  • O estudo de Framingham mostrou que a chance de morte por câncer aumentava 200% se houvesse uma queda substancial no colesterol, num período de 4 anos de follow-up. (SHARF, SF. Time trends in serum cholesterol before câncer death Epidemiology 8:132-6, 1997).

Assista o trecho do video abaixo, do Dr. Lair Ribeiro, nutrólogo e cardiologista, explicando os efeitos adversos de Estatinas:

Referências:

  1. BBC News May 20, 2010
  2. British Medical Journal May 20, 2010; 340:c2197
  3. Mercola.com
  4. J Clin Pharmacol. 1993 Mar;33(3):226-9.
  5. Revista Mens Health, editora Abril, número 36, Abril de 2009.
  6. Eurekalert January 26, 2009
  7. American Journal of Cardiovascular Drugs 2008;8(6):373-418
  8. Therapeutics Letter 77/ March-April 2010
  9. Scandinavian J. of Primary Health Care. 2013;31:172-80

Fonte: Nutrição Brasil
Dr.B



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