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Cuidado! 85% dos Absorventes Femininos contém o Herbicida Glifosato, causador de Câncer

No final dos anos 70 e começo dos anos 80, mais de 50 mulheres norte-americanas morreram por causa de seus absorventes internos. Apesar da Food and Drugs Administration (FDA) e da indústria de higiene feminina terem feito enormes esforços para enterrar este episódio no esquecimento e cataloga-lo como um “boato”, a verdade é que nessa época, em certos absorventes internos, foram encontradas bactérias letais e suficientes quantidades de químicos para matar ou causar danos em mais de mil mulheres.

Como publicado pela Associação Orgânica de Consumidores:

    “Os mais prejudiciais foram os absorventes internos ultra absorventes da marca Rely, da Procter and Gamble. De acordo o livro Soap Opera: The Inside Story of Procter and Gamble, a companhia rejeitou durante anos as queixas das consumidoras sobre os absorventes. Um memorando de 1975 da empresa, revelou que os absorventes Rely continham agentes conhecidos como causadores de câncer, e que o produto alterava os organismos naturais presentes na vagina. Os produtos Rely foram retirados das prateleiras em 1980, mas muitas mulheres alegam que ficaram com um série de sequelas que incluem histerectomia e infertilidade”.

Entre as mulheres que são conscientes sobre sua saúde, a toxicidade dos absorventes mais vendidos tem sido há muito tempo um tema de preocupação. “Assim como digo um sonoro não ao óleo de algodão, digo pela mesma razão um sonoro não em colocar algodão tóxico em minhas partes íntimas”, escreve Meghan Telpner.

“Você sabia que a cada ano, os EUA pulverizam 38 milhões de quilos de pesticidas em 6 milhões de hectares de algodão?”

E continua:

“O raiom/viscose usado no Tampax, é feito de polpa de madeira. As árvores não se transformam em raiom por passe de mágica, mas passam por um processo que requer centenas de químicos. O cloro usado para branquear a polpa da madeira é o mais perigoso. O processo cria hidrocarburetos clorados, um grupo de químicos muito perigosos com subprodutos que incluem dioxinas, que estão entre as substâncias mais tóxicas conhecidas. Não existem níveis seguros de dioxinas; são impossíveis de se eliminar e permanecem nos tecidos.”

Atualmente, os herbicidas tóxicos da Monsanto são encontrados em 85% dos produtos de higiene femininos

Em 2015, o químico glifosato foi encontrado na maioria dos produtos de higiene para menstruação. Este químico está presente no herbicida Roundup da Monsanto, o qual é usado em cultivos de algodão geneticamente modificado.

A equipe de pesquisadores da Universidade Nacional de La Plata, liderada por Damian Marino, revelou suas conclusões em outubro do ano passado. Um estudo como esse, jamais seria realizado em uma universidade dos EUA, porque entraria em conflito de interesses com a Monsanto.

O professor Kevin Folta da Universidade da Flórida, foi descoberto recebendo 25.000 dólares da Monsanto após dizer publicamente que não tinha laços econômicos com a companhia de herbicidas. Embora Folta tenha sido exposto exaustivamente como um acadêmico fraudulento, que viola a ética universitária, a Universidade da Flórida não vê problema com seu duvidoso desempenho. Há uma carta secreta, na qual a Monsanto confirma ter-lhe pago 25.000 dólares.

O site Revolution News escreve:

    “Uma equipe de cientistas argentinos encontrou vestígios de glifosato em 85% dos produtos femininos de higiene e cuidado pessoal que contêm algodão e que são comumente vendidos em farmácias e supermercados”.
    “O estudo nos deixou chocados”, afirma o doutor Medardo Ávila Vásquez ao site Revolution News. “Nos havíamos concentrado no glifosato presente nos alimentos, mas não havíamos pensado que os produtos que usamos em todos os hospitais e centros de saúde no país, estavam contaminados com um produto carcinogênico. As autoridades devem dar uma resposta imediata para esta situação”.

Sabe-se que o glifosato provoca câncer, mas os publicitários são subornados para que ocultem a verdade

A Agência de Proteção Ambiental dos EUA, conspirou por décadas junto à Monsanto para que o público acreditasse que o glifosato era inofensivo, mesmo antes de saber que a molécula era extremamente prejudicial.

A revista Forbes, nomeada como a “mais maligna publicação dos EUA” pelo site Evil.news, foi muito útil como um meio de comunicação para a Monsanto, através de seus agentes Henry Miller e Jon Entine, que são pagos pela companhia de herbicida. Ambos foram expostos como “mercenários dos transgênicos” e traidores da cidadania, por defenderem o uso de tóxicos em troca de dinheiro.

A vagina absorve os químicos presentes nos absorventes internos. Isso é indiscutível. Quando estes são feitos de algodão transgênico – que é a grande parte de algodão comercializado – quase sempre contêm glifosato, o qual é absorvido através das paredes vaginais e chega à corrente sanguínea.

Isto significa que, além dos alimentos contaminados com este químico, as mulheres deveriam considerar a possibilidade de estar sendo envenenadas através da vagina, devido ao uso regular de absorventes e lenços higiênicos feitos com algodão modificado.

A única forma de evitar que os transgênicos contaminem sua vagina, é garantir que está usando produtos para menstruação certificados como orgânicos, feitos de algodão ou outros materiais orgânicos.

Fonte: Milenar



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