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50% dos Homens e 10% das Mulheres Sofrerão de Calvície

Calvície é uma forma de alopecia, caracterizada por uma perda gradual e progressiva de cabelos. Isso se deve a fatores hereditários e à sua associação com a diminuição ou perda importantes dos andrógenos, hormônios sexuais masculinos que estimulam ou controlam o desenvolvimento e a manutenção das características masculinas. O principal deles é a testosterona, que existe também nas mulheres.

O tipo mais comum de calvície masculina é a calvície padrão, ou alopecia androgenética. Os homens são os mais afetados, 50% deles desenvolvem o problema em alguma época de suas vidas, a partir da puberdade, assim como 10% das mulheres.

Quanto mais avançamos em idade, homens e mulheres, se os fatores hereditários estão presentes e associados com queda da testosterona, maior é a probabilidade de calvície.

E, quanto mais cedo a calvície começa a se desenvolver, maior será o seu acometimento. A calvície que se inicia nos homens por volta dos 17 anos é a que apresenta a maior chance de perda expressiva ou total dos cabelos.

A calvície pode começar a se manifestar de várias maneiras, entre a puberdade e a vida adulta:

  • Androgenêtica: a mais comum, como vimos acima;

  • Areata: um tipo de calvície localizada, geralmente em áreas circulares e de diâmetros variados, totalmente desprovidas de cabelos. Ela está relacionada especialmente a fatores do sistema imunológico (autoimunes, ou seja, de ataque do próprio organismo aos cabelos), podendo o seu agravamento ser influenciado pelo estado emocional. Pode, em 1 a 2% dos casos, atingir todo o couro cabeludo, calvície ou alopecia total;

  • Congênita: ligada a fatores hereditários, com ausência total ou parcial de cabelos desde o nascimento;

  • Seborréica: a dermatite seborréica do couro cabeludo é um distúrbio muito comum caracterizado por escamação, coceira e eritema (vermelhidão). Este de tipo de calvície raramente determina uma redução significativa dos cabelos.

  • Alérgica: pessoas alérgicas ao glúten do trigo e à lactose ou caseína do leite de vaca são as mais propensas a terem calvície;

  • Secundária ou medicamentosa: que aparece após algum distúrbio interno dos órgãos, doenças, infecções e uso de medicamentos, como a quimioterapia, por exemplo;

  • Neurótica: também chamada de tricotilomania – a pessoa “arranca” os próprios cabelos, conscientemente ou não;

  • Eflúvio telógeno: também chamado de deflúvio, é a causa a mais comum de perda de cabelos entre as mulheres e consiste na quebra do ciclo de vida capilar, de causas variadas, dentre elas parto, doenças e febre alta. É um tipo de calvície que normalmente responde bem aos tratamentos médicos;

  • Dieta pobre em ferro: dietas que cortam o consumo de carne vermelha e vegetais fornecedores de ferro podem deixar a mulher com carência de ferro no organismo. O ferro é um elemento essencial da hemácia, a célula do sangue responsável pelo transporte de oxigênio para todo o organismo. A carência de ferro impedirá que o oxigênio chegue em quantidade suficiente ao bulbo capilar, fazendo com que os fios já nasçam enfraquecidos.

O diagnóstico da calvície é feito, principalmente, pelas características clínicas. O olho bem treinado do médico dermatologista – o famoso “diagnóstico no olho” – analisa, reconhece cada tipo de calvície. Só eventualmente são solicitados exames (de sangue, microscópicos de fios de cabelos, biópsias de couro cabeludo).

Para cada tipo de calvície existe um tratamento médico específico, cujos resultados devem ser clinicamente acompanhados pelo dermatologista, em médio-longo prazo.

Fonte: 50 e mais



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