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4 Dicas para Ser Mais Responsável na Hora de Tomar Antibióticos. E isso pode Salvar a Sua Vida!

Muita gente não sabe, mas existem milhares de bactérias em nosso corpo. Só para você ter uma ideia, o número desses microorganismos é superior ao próprio número de células. Você deve estar se perguntando: então como é que não ficamos doentes a todo momento?

Porque a maioria delas vivem em perfeita harmonia com o corpo humano, servindo até como um mecanismo de proteção. Apenas determinados tipos são prejudiciais à saúde e causam doenças. Para esses tipos, existem os antibióticos.

Desde a descoberta de Alexander Fleming da penicilina em 1928, as mortes por doenças infecciosas caíram. Doenças que antes eram consideradas fatais, não são mais consideradas perigosas. Antigamente, machucar-se num prego, por exemplo, poderia levar à morte.

O problema é que o uso abusivo e indiscriminado desses remédios na população fez com que parte das bactérias estejam desenvolvendo resistência contra seu mecanismo de ação e, como consequência, muitas doenças banais podem voltar a ser incuráveis.

Estas bactérias resistentes à drogas são conhecidas como “superbactérias“. A mais conhecida é a Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA).

Cerca de 15% dos pacientes que contraem MRSA vai acabar morrendo em decorrência dessa infecção, pois já não há cura. Tão rapidamente como antibióticos são desenvolvidos, as bactérias começam a encontrar uma maneira de reduzir a sua eficácia.

Mais e mais espécies de bactérias estão se tornando resistentes ao tratamento por antibióticos. Logo vamos estar numa era pós-antibiótica, semelhante a anterior a descoberta de Fleming. Teremos que esperar um novo gênio descobrir esses medicamentos milagrosos.

Para adiar essa época mórbida que vamos enfrentar, deixamos 4 dicas para usar os antibióticos de forma responsável:

1. Os antibióticos só funcionam para combater bactérias, e não vírus ou fungos

Como o nome indica, os antibióticos são compostos que combatem as infecções bacterianas. Isto significa que eles não funcionam em doenças causadas por vírus, como a gripe. Por isso se algum médico te receitar nesses casos, não compre, pois além de gastar dinheiro nesses medicamentos caros, você estará fazendo mal ao seu organismo, pois o remédio não terá mais eficácia no futuro. Ah, e mude de médico!

2. Os produtos anti-bacterianos representam um grande risco para o ambiente

Sabonetes antibacterianos não fornecem quaisquer benefícios tangíveis para deixar as mãos limpas, mas eles representam um perigo ambiental.

Estes compostos não são removidos da água em instalações de tratamento de águas residuais, o que significa que são liberados de volta para o meio ambiente e tornar-se parte do ciclo da água. Com isso, pegar uma “superbactéria” fica ainda mais fácil.

3. Os maiores consumidores de antibióticos são o gado

Estima-se que 80% de todos os antibióticos já foram usados nesse tipo de animal. Gados de abatimento possuem condição de vida estressante e, por isso, ficam doentes com frequência. O problema é que grande parte do medicamento é administrado a animais que não estão doentes, para evitar que fiquem.

Esta prática desnecessária nada faz senão aumentar a resistência aos medicamentos.

4. Uma bactéria é resistente a um medicamento e não a uma pessoa

Uma pesquisa recente constatou que muitos americanos acreditam que a resistência aos antibióticos ocorre quando a pessoa toma o medicamento de forma errada e, assim, a bactéria se torna resistente ao indivíduo. Infelizmente não é isso que acontece.

A bactéria se torna resistente ao medicamento, e isso é para qualquer pessoa. Por isso é necessário que cada um se responsabilize pelo uso correto dos antibióticos: tomar corretamente, de acordo com as prescrição médica.

Fonte: Awebic



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